29 de maio de 2014

Quanto mais se conhece, mais se ama, mais se pratica

Monsenhor de Ségur
Livro de 1946 - 191 págs


ÍNDICE

Prefácio
Capítulos
I
Para que me serve a religião?
É coisa que eu não tenho, e nem por isso deixo de passar bem
II
Não há Deus
III
Quando se morre, tudo morre

IV
É o acaso que dirige tudo; a ser de outra maneira, não haveria tanta desordem no mundo.
Quantas coisas inúteis, imperfeitas, ruins!
E claro que Deus não se ocupa de nós
V
A Religião é boa para as mulheres
VI
É bastante ser o homem honrado;
esta é a melhor das religiões; isto é suficiente
VII
A minha religião consiste em fazer bem aos outros
VIII
A Religião, em vez de falar tanto da outra vida, devia
antes ocupar-se desta, e nela destruir a miséria
IX
Convém gozar da vida, importa passar bem;
porque Deus não nos criou senão para nos tornar felizes
X
Os Apóstolos e os primeiros cristãos eram comunistas.
Eles eram pobres, punham os nossos haveres em comum e
eram perseguidos e presos pela autoridade, precisamente como Comunistas
XI
Há sábios e pessoas de talento que não acreditam na Religião
XII
Os padres fazem o seu ofício, eles não creem aquilo que pregam
XIII
Os Padres são uns mandriões: para que servem eles?
XIV
Há Padres maus; ora, como podem estes ser ministros de Deus?
XV
Os Padres deveriam casar-se. O celibato é contra a natureza
XVI
Eu não creio senão aquilo que compreendo. O homem razoável pode acaso crer os mistérios da Religião?
XVII
Bem quisera eu ter fé, mas não posso
XVIII
Todas as religiões são boas
XIX
É Jesus Cristo mais que um grande filósofo, que um grande benfeitor da humanidade, que um grande profeta? é verdadeiramente Deus?
XX
É melhor ser protestante que católico; sempre cada qual fica cristão e é quase a mesma coisa
XXI
03 Protestantes têm o mesmo Evangelho que nós temos
XXII
O homem de bem não deve mudar de religião, mas conservar-se naquela em que nasceu
XXIII
O tempo da Igreja Católica já lá vai
XXIV
Eu quero o Evangelho puro, o Cristianismo primitivo
XXV
Eu cá tenho a minha religião. Cada qual pode praticar a sua religião como entende; só a mim é que isto diz respeito; e sirvo a Deus a meu modo
XXVI
Os Padres são homens como os outros; o Papa e os Bispos são homens; como pode haver em homens infalibilidade? Eu quero de bom grado obedecer a Deus, mas não a uns homens como eu
XXVII
Fora da Igreja não há salvação! Que intolerância! Não posso admitir uma regra tão cruel
XXVIII
Porém, o S. Bartolomeu?
XXIX
Inferno é coisa que não há; ainda ninguém de lá voltou
XXX
Como se pode conciliar a bondade de Deus com a eternidade das penas do inferno? Há misericórdia para todo o pecado
XXXI
Deus é muito bom para que haja de me condenar
XXXII
Deus previu desde toda a eternidade se devo ser salvo ou condenado. Faça eu o que fizer, não poderei mudar o meu destino
XXXIII
Não é o que entra no corpo que mancha a alma.
Deus não me há de condenar por um bocado de carne. A carne não é mais ruim à sexta-feira e ao sábado do que nos outros dias
XXXIV
Deus não carece das minhas rogativas. Ele bem sabe o que me é necessário sem que eu lho peça
XXXV
Eu rogo, e não obtenho. Perco o meu tempo
XXXVI
Que tenho feito eu a Deus para que ele me envie tantos males?
XXXVII
Para que serve orar à Santíssima Virgem? Isto é uma superstição. Além de que, como pode ela ouvir-nos?
XXXVIII
Porque não há já milagres?
XXXIX
Porque se há de falar latim? Porque motivo servir-nos de uma língua desconhecida?
XL
Os padres sempre andam a pedir dinheiro!
XLI
Foram os Padres que inventaram a confissão
XLII
Para que serve a confissão?
XLIII
Eu não tenho precisão de me confessar. Não tenho nada a exprobrar-me; não matei, não roubei, não fiz injustiça a ninguém. Não teria nada que dizer
XLIV
A confissão é coisa fastidiosa
XLV
Ir confessar-me era bom quando eu andava na escola; mas agora!
XLVI
Conheço devotos que não são melhores do que os outros homens. Um tal Fulano, que se confessa, nem por isso é melhor
XLVII
Como pode o corpo de Jesus Cristo estar realmente presente na Eucaristia? Isso é impossível
XLVIII
Eu escuso de ir à Missa; posso muito bem fazer oração a Deus em minha casa
XLIX
Não tenho tempo
L
Não posso! É muito difícil!
LI
Zombariam de mim! O homem não se deve singularizar, deve fazer como os outros
LII
O homem não deve ser beato
LIII
A vida cristã é muito fastidiosa; é muito triste.
Privar-se a gente de tudo, ter medo de tudo.
Que vida!
LIV
Eu não sou digno de me aproximar dos Sacramentos.
O homem não deve abusar das coisas santas
LV
Eu tenho feito grandes pecados, é impossível que Deus me perdoe
LVI
Convém que a mocidade se passe
LVII
A Extrema-Unção faz morrer os enfermos. Só isto basta para os matar. Não se deve chamar o
Padre senão quando o doente já não está em seus sentidos
LVIII
Eu desempenharei os deveres religiosos mais tarde, quando não tiver tantos negócios. Confessar-me-ei mais tarde, à hora da morte. Certamente não hei de morrer sem Sacramentos
Conclusão

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