28 de setembro de 2013

Para entender a Santa Missa por Daniel-Rops

Missa Est
Comentários e Orações de Daniel-Rops
Fotografias de Laure Albin-Guillot
Livro de 1953 - 148 págs


Quantos católicos, ao assistirem à Missa compreendem o seu encadeamento e a significação de todos os seus atos? Eles sentem bem a beleza das palavras que pronuncia o sacerdote, veem os gestos que este faz, mas muitos teriam talvez dificuldade em explicar o seu significado. A presente obra preenche, pois, uma lacuna.
Efetivamente, neste livro, toda a Missa é explicada, comentada, aprofundada. Cada um dos seus principais «tempos» é objeto de um breve e substancial comentário, que esclarece as suas origens históricas e o seu sentido espiritual. Também cada um deles é ilustrado por uma admirável fotografia, que permite aos fiéis reconhecerem a atitude do sacerdote e melhor seguirem as fases do drama litúrgico. Enfim, cada um destes grandes momentos é assinalado por uma oração de comovente sinceridade, que muitos leitores gostarão de repetir.

24 de setembro de 2013

Outro excelente e inédito livro do Padre Leonel Franca!!


Pe. Leonel Franca
Livro de 1954 - 486 págs


ÍNDICE
Formação
Escola única
Educação
Educação sexual
Educação social
O direito de educar
Unidade e dispersão em pedagogia
Progresso e tradição em pedagogia
Escola nova e pedagogia social
Pedagogia social — I
Pedagogia social — II
Pedagogia socialista
O pensamento social
Unidade da pedagogia católica
Renascimento da pedagogia católica
As responsabilidades do educador
Sobre o manifesto educacional
O ensino no Brasil
Humanismo e idade moderna
Política educacional
Discurso na inauguração de uma sede de escotismo
Meditação
Escola leiga — I
Escola leiga — II
Escola leiga — III (a)
Escola leiga — III (b)
Ensino do catecismo
Ensino religioso
Leituras — I e II
Leituras — III
Leituras — IV
Ação católica e educação
Ação católica no campo escolar
Moral leiga — I
Moral leiga — II
Moral leiga — III

16 de setembro de 2013

Leitura para conhecer e praticar a vida interior

Compêndio de Opúsculos Inéditos
Pe. Grou
Livro de 1932 - 428 págs




Pensamos que a leitura atenta dos pequenos tratados contidos neste volume, feita com verdadeiro desejo de conhecer e praticar a vida interior, há de convencer o leitor de que esse é o único caminho conducente à santidade, o único meio de unir-se intimamente com Jesus Cristo e evitar a terrível sentença do Apóstolo São Paulo contra os cristãos cobardes que só se prendem, por assim dizer, à casca do cristianismo:
Quem não tem o espírito de Jesus Cristo não pertence a Jesus Cristo (Rm 8,2).


ÍNDICE

6 de setembro de 2013

A Catequese pelo desenho fácil no quadro negro

Um pouco de Catecismo
pelo desenho fácil no quadro negro
Abbé Quinet
Livro de 1964 - 155 págs


O livro que hoje apresentamos é o fruto de uma série de cursos práticos de pedagogia catequética dados aos nossos mestres e mestras das escolas livres da diocese de Paris.
Permitirá aos catequistas dos pequeninos darem uma aula animada que prenderá sempre a atenção.
Estes pequenos, que não sabem ler, reclamam imagens, quadros; mas acontece muitas vezes que a gravura contém pormenores que transviam a imaginação.
Porque, então, ao falar, não fazemos nós mesmos os desenhos?
Não nos detenhamos com objeções que nos vêm aos lábios: desenhar é difícil. Com o modelo todos podem facilmente traçar a imagem e, graças à palavra, às explicações, o desenho de uma simplicidade deliberada e procurada tomar-se-á revelador; a imaginação da criança o completará, o animará.
Por outro lado, a imagem que traçamos terá alguma coisa de vivo, surgirá, formar-se-á aos traços do giz, no quadro negro.
Em algumas das nossas escolas, pudemos verificar os felizes resultados deste método: uma colaboração sempre afeiçoada, sempre ativa, sempre mantida.
Não duvidamos de que este método, empregado já em parte em alguns países estrangeiros e que se aparenta com os métodos de ensino profano dos pequeninos do jardim da infância, seja bem acolhido pelos catequistas.


__________
OBS.: Agradeço o nosso leitor Felipe por mais esta generosidade de colaborar com o blog. Que Nossa Senhora o favoreça muito e sempre!

4 de setembro de 2013

Verdadeiras Heroínas de uma Epopeia

Régine Pernoud
Livro de 1993 - 393 págs


As carroças passavam uma após a outra pela estrada, numa longa fila que não acabava nunca.
Muitas, muitas carroças, demais, diziam os guerreiros experientes, preocupados com um exército que transportava tanta bagagem.
O que essas carroças continham?
Víveres para o exército, farinha, barris de azeite e vinho, carne salgada, forragem e aveia para os cavalos.
Contudo, murmurava-se também que muitos desses comboios pesados, cobertos de couro, ao lado de tendas indispensáveis para as escalas, levava grande quantidade de baús, contendo mantos, vestidos e os véus das damas. Além da louça indispensável, grande quantidade de roupas de baixo, acessórios de toalete - sabonetes, bacias, espelhos, pentes, escovas e potes de maquilagem e creme da mais fina banha de porco - que as damas que haviam tomado a cruz com seus maridos julgavam indispensáveis a sua caminhada.
Uma fascinante travessia do século, num relato apaixonante. Burguesas ou grandes damas, esposas de comerciantes ou de artesãos, humildes, religiosas, vindas de todos os povoados europeus, viveram durante quatro séculos na Palestina, depois em Chipre e no fascinante reino de Jerusalém. Sofriam o rigor das derrotas, os dramas da escravidão e do exílio. Heroínas de uma epopeia, cultivavam a terra, transmitiam a vida, guardavam os bens.

Sumário
Da Peregrinação da Cruzada
Entre o Ocidente e o Oriente, ou a "Primeira Cruzada"
O Início do Reino de Jerusalém
A Cruzada de Alienor de Aquitânia
A Rainha Melisenda e Seus Filhos
Caprichos de Mulheres, Loucura dos Homens
Isabel ou a Razão de Estado
Raízes em Terra Estrangeira
A Terra Santa entre Império e Comércio
A Travessia Além-Mar do Rei Luís e da Rainha Margarida
O Fim de um Reino
Chipre, Terra de Asilo
A Tragédia de Pedro e Eleonora
Renascimento das Peregrinações
As Últimas Rainhas
Anexos

2 de setembro de 2013

A perversão da juventude é um dos fatos mais dolorosos e aflitivos de nossa época...

Mons. de Ségur
Livro de 1884 - 103 págs


“... Existe uma idade em que o menino tem necessidade de saber que além da autoridade paterna, existe um poder mais Augusto, que é a sanção de toda a autoridade e de toda a obediência: então se lhe diz o nome de Deus. É coisa extraordinária! Esta inteligência, apenas esboçada, escuta esta palavra sagrada com uma emoção encantadora. O menino busca Deus em suas obras e o que a razão plenamente desenvolvida não pode abranger, adivinha-o esse tenro espírito; e a partir desse momento a educação encontra um princípio poderoso para dirigir uma natureza rebelde, para combater inclinações ingratas e também para impor deveres difíceis e inspirar formosas virtudes nascentes.
A religião contém pois, o princípio enérgico e saudável da educação...
A sociedade salva-se ou perece conforme a uma lei severa ou condescendente que se dá às almas, aos espíritos, às opiniões e aos costumes.
O mesmo sucede nas famílias: se buscamos a causa de sua decadência e de sua ruína, em geral, encontramo-la na educação dada aos filhos. Se o criamos com mimos e moleza, criamo-los para a decadência. A educação, a poder de refinamento e de luxo, tira às almas e aos carácteres sua virilidade e energia: corrompem-nos pelas delícias e prazeres e, então, quando chega a hora do trabalho, da preocupação do porvir, o homem que tem sido criado no meio de comodidades sempre asseguradas e, já seja por uma covardia desesperada, já por uma cega temeridade, gasta sua fortuna e chega à abjeção.
A educação moderna, assim considerada, é quase sempre desastrosa: criam-se os meninos com luxo e comodidades; e com o pretexto de fazer amar os estudos rodeando-os de esplendor, tem-se feito crer aos discípulos que sua vida estava destinada à mesma cultura e elegância e às mesmas vocações. Quanto descontentamento tem-se incutido nas almas, quantas naturezas se têm envenenado e a quantas existências se têm enganado, dando equívoca direção às suas legítimas aspirações, trocada por ilusões irrealizáveis...
A educação tem se tornado sensualista: descuida dos espíritos e se ocupa dos sentidos, do corpo...
O sistema atual de cultura vicia e neutraliza a semente em seu gérmen e só produz o solo frutos inúteis e perigosos. Tudo, com efeito, no ensino de nossas escolas sacrifica-se às satisfações do corpo e do entendimento; nada ou quase nada se tem reservado para o desenvolvimento das faculdades da alma, das qualidades do caráter e o coração... sem a educação, a instrução nada mais é que um instrumento de ruína...
A perversão da juventude é um dos fatos mais dolorosos e aflitivos de nossa época...
O homem será o que o fizerem em seus primeiros anos. Aos doze já está formado e seguirá a direção que se lhe haja proposto...
O menino que se crê visto por Deus, seguido por Deus, castigado por Deus, portar-se-á de um modo completamente distinto do que só se esforçar por subtrair-se a um olho humano, que não o vêm todas as partes, que não o segue aonde quer que vá....

Pais de família, cuidai mui seriamente da educação que procurais para vossos filhos; disso dependerá a felicidade e o porvir da juventude, e por conseguinte, da sociedade...”

Excertos retirados do livro

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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