22 de fevereiro de 2012

INÍCIO DA QUARESMA



  A Quarta-feira de Cinzas leva-nos a visualizar a Quaresma, exatamente para que busquemos a conversão, busquemos a Nosso Senhor. A liturgia do tempo quaresmal mostra-nos a esmola, a oração e o jejum como o princípios da Quaresma.

  A própria Quarta-feira de Cinzas nos coloca dentro do mistério. É um tempo de muita conversão, de muita oração, de arrependimento, um tempo de voltarmos para Deus.

  Devemos nos preparar para o começo da Quaresma compreendendo o significado profundo das cinzas que recebemos. É um tempo para examinar nossas ações atuais e passadas e lamentarmo-nos profundamente por nossos pecados. Só assim poderemos voltar nossos corações genuinamente para Nosso Senhor, que sofreu, morreu e ressuscitou pela nossa salvação. Além do mais esse tempo nos serve para renovar nossas promessas batismais, quando morremos para a vida passada e começamos uma nova vida em Cristo.

  A Quaresma é
tempo conversão,
tempo de silêncio,
de penitência,
de jejum e
de oração.

O que ler durante a Quaresma além das Sagradas Escrituras  (Mt 24,31-46 e Ap 21,8; ...)?



e
Escolha a sua leitura





Uma Boa e Santa Quaresma a todos!


20 de fevereiro de 2012

Filhas de Maria



Livreto de 1922 - 15 págs



Transigir não!
Reagir

   Infelizmente, [...] perdeu-se o senso do justo e do honesto, o discernimento do bem e do mal.
   A consciência reta não se acomoda e não transige com o mal; muito ao invés, reage, ainda que seja esmagada na sua ânsia de defender os direitos de Deus e da Virtude.
   Mas é tão belo ver o ardor do bem e realizá-lo, mesmo à força de sofrimentos e de heroísmo!




OBS.: Para ler online mais sobre as Filhas de Maria acesse o 

14 de fevereiro de 2012

Conferências sobre a imoralidade nas praias

Pe. Antonio Laburu, S.J.
Conferência pronunciada em San Sebatian e em Bilbao
1934 - 11 págs

Fonte


ADVERTÊNCIA

  Ante a progressão crescente da imoralidade nas praias, o Exmo. e Rev. Sr. Bispo de Vitoria,  em Circular de número 195, datada de 10 de Junho de 1934, - reiterando as censuras que em  ocasiões anteriores havia dirigido por causa de tal estado de coisas - recomendava o início de  “vigorosas campanhas em prol da moralidade que deve reinar nos locais mais frequentados de    veraneio” (praias, cachoeiras, piscinas, etc.). 
  A Associação Católica de Pais de Família de Vizcaya, atenta à voz de seu Prelado, encomendou ao R. Pe. JOSÉ ANTONIO DE LABURU, S.J., uma conferência com tal objetivo,  que com grande êxito de público se realizou no Teatro Arriaga de Bilbao, no dia 27 de Junho  último. E com o fim de que tão autorizada palavra se espalhe, continuando a campanha  empreendida até os mais remotos lugares, vem à luz esta conferência.
Bilbao, Julho de 1934

I - Fundamentação Geral

  PRIMEIRAMENTE, para se entender o tema da moralidade nas praias é preciso que se  reconheça a existência da prática da nudez neste ambiente.
  Em segundo lugar, como a existência das leis naturais não depende de que nós a pensemos,  nem está sob nossa decisão a possibilidade de impedir seus efeitos, tão pouco depende de nós  que elas existam ou não, que deixem ou não de efetivar as leis psicológicas: pense ou não  pense, queira ou não queira, se eu solto este objeto que tenho em minha mão, irremediavelmente ele cai direto ao solo, pela mesma razão de que a atuação da gravidade não  depende do meu subjetivismo, senão que é uma lei objetiva e natural, intrínseca aos corpos  pesados. Do mesmo modo, pensasse ou não pensasse, quisesse ou não quisesse, se a nudez põe-se  ante a vista, irremediavelmente saltará em quem a veja, e mais ainda em quem a contemple,  o ímpeto da paixão que a desencadeia. Deus Nosso Senhor pôs estímulos psicossomáticos para assegurar a existência do gênero  humano. No plano da Providência, Deus determinou que os homens viessem ao mundo por via da  geração (procriação). E como gerar homens - e não bestas - não é um processo meramente  fisiológico como no caso dos animais, mas que compreende todo o problema da educação  integral do ser da pessoa gerada, e essa educação, com todos os cuidados a ela inerentes e os  problemas de atender ao cuidado e conservação da prole, são verdadeiras cargas e estão  cheios de preocupações e trabalhos, Deus pôs seus atrativos naturais dotando o homem e a  mulher de meios psíquicos e fisiológicos peculiares e específicos para que com eles mais  facilmente aceitem o plano divino de serem procriadores e educadores de homens - que  elevados a ordem sobrenatural, fossem um dia moradores do Céu, por o haverem herdado  legitimamente, guardando e conservando a filiação divina, enxertada no Batismo, e devolvida,  se a perderam, no Sacramento da Penitência. Para obter este fim, tão nobre e santo, Deus dispôs na mútua atração do homem e da mulher  a existência e o uso dos estímulos psicossomáticos. E fora do matrimônio legítimo, usar ou aceitar os aliciantes da procriação é violar gravemente a lei expressa por Deus e é também deslocar o plano do Criador. 
  Além dos dois pontos acima referidos, salientemos um terceiro: o estado afetivo peculiar (da  atração entre os sexos) com a subseqüente tendência que produzem as sensações desses  estímulos psíquico-fisiológicos, são fenômenos naturais. 3 Senti-las, sem dar atenção e  consentimento ao sentimento, não constitui falta moral. Mas, procurar o sentimento e  consentir nele, ainda que tenha surgido involuntariamente, é contra o desígnio expresso por  Deus, que somente o dispôs para o fim já indicado – que vem a ser o da procriação dentro do  matrimônio. 
  Ainda um quarto elemento: como estes estímulos são de ordem sensitiva, as tendências  sensitivas do homem se lançam a eles antes que o psiquismo superior (intelectivo e volitivo) venha e determine se os deve aceitar ou rechaçar. E a parte sensitiva não somente precede a intelectivo-volitiva, mas que atrai e cativa a  vontade, reforçando com enormes cargas afetivas os atrativos dos estímulos  psíquicofisiológicos ordenados por Deus aos altos fins da perpetuação da vida humana.
  Pela parte sensitiva, tende o homem, com força de fera, com faíscas de desejos, ao gozo  destes estímulos. Mas, pela parte racional e da Fé, esse mesmo homem conhece e sabe que não pode tender a  estes estímulos nem gozar deles fora do plano divino. E em um mesmo “Eu”, por radicar nele estas duas faculdades sensitivoafetivas e intelectivo- volitivas, se sente o antagonismo da luta destas duas tendências.
  Não está em nossas mãos e em nosso subjetivismo transformar e mudar a constituição  essencial do homem. O homem tem faculdades sensitivo-afetivas e intelectivo-volitivas. E, fora do mesmo subjetivismo do homem, existem estímulos independentes de seu querer,  que, uma vez que se teve a sensação deles, desencadeiam as subseqüentes cargas afetivas  com as tendências a que elas dão lugar. E como estas tendências e cargas afetivas hão de mover-se dentro dos casos assinalados pelo  plano divino, de nenhum modo é lícito a livre admissão e utilização delas, e por isto se deve  procurar a eliminação das sensações que, voluntariamente e indevidamente, são causa destas  mesmas tendências. E como essas sensações seguem indefectíveis como efeito ou causa dos  estímulos psíquico-fisiológicos que as provoca, há que evitar que esses estímulos atuem  indevidamente em nossa consciência. Agora vemos que, entre os estímulos de que viemos falando, o de eficácia mais geral é o da  nudez: e nada pode negar que seja precisamente o dominante nas praias de hoje. Estímulo, o da nudez, que naturalmente desencadeia com toda potência o curso de enormes  cargas afetivas e de tendências tempestuosas, que de nenhum modo é lícito ao homem e mais  ainda ao cristão, nem despertá-las nem consenti-las. Na praia há gente que, apenas por estar nela, vê e contempla a nudez. Que dizer da moralidade destas duas realidades, claramente inegáveis, nas praias de hoje? Haverá quem se atreva a negar que na praia, tal como a comentamos, os estímulos passionais se transbordem em atividade luxuriante e violem, portanto fortemente os altos fins  da Divina Providência?

11 de fevereiro de 2012

Agora em Português!!! - Reformatado

Instruções para esclarecer, dirigir, consolar e curar
as pessoas escrupulosas
pelo Pe. Grimes
Livro de 1952 - 156 págs


ÍNDICE
I. Definição e natureza dos escrúpulos - Seus sintomas
II. Diferentes espécies de escrúpulos - Seus objetos
III. Princípios dos escrúpulos
IV. Dos maus efeitos dos escrúpulos
V. Conselhos gerais aos escrupulosos
VI. Remédios particulares - Direção dos escrupulosos
VII. Quais são os maus escrupulosos
VIII. Confissões e comunhão dos escrupulosos
IX. Qualidades que deve ter o confessor dos escrupulosos
X. Conduta dos confessores dos escrupulosos, consoante o Padre Boudon
XI. Diálogo entre o diretor e o escrupuloso
XII. Cartas de Fénelon sobre os diversos estados de escrupulosos
XIII. Da paz interior

OBS.: Anteriormente este livro havia sido postado em espanhol,  para o leitor que preferir basta  CLICAR AQUI.

10 de fevereiro de 2012

Folheto publicado pelos frades de São Domingos no ano de 1933









  








  "Ó boa e terna Mãe, que impetrastes do vosso Filho a fundação e por mais duma vez a restauração da Ordem de S. Domingos, à qual chamastes: A minha Ordem! Compadecei-Vos de Portugal, de quem sois a Padroeira, e que tantos templos e altares erigiu para Vos honrar.
Outrora a vossa Ordem foi nele tão florescente e tão fecunda em frutos de santidade, que chegou a enviar apóstolos numerosos e ardentes até aos confins do mundo! Inteiramente destroçada a intrépida falange da Província Portuguesa, com razão se chamou esta durante largos anos uma Província desolada…

8 de fevereiro de 2012

Sobre el Sacerdocio

Los
Seis Libros de San Juan Crisóstomo
Traducidos en lengua vulgar e
ilustrados con notas críticas por el Padre Felipe Scío de San Miguel de las Escuelas Pías
Con las licencias necesarias en Madrid:
En la imprenta de Pedro Marín
Año de MDCCLXXIII


    ORIGINAL                                            TRANSCRICÍON
Original - 300 pags                                Transcricíon - 105 pags
            Fonte                                                            Fonte



   Los libros que escribió San Juan Crisóstomo sobre el sacerdocio han sido mirados siempre como la obra más sobresaliente entre todas las que nos han quedado suyas, y que no dejan que añadir a los que han tratado después esta materia. Dispuestos en  forma de diálogo, nos ponen delante las graves razones y fundamentos que tuvo el santo  para huir de la dignidad episcopal; y al mismo tiempo, una pintura muy acabada, en la  que se registra la perfección altísima que pide el estado sacerdotal, y el gravísimo peso,  que ponen sobre sus hombros, los que se encargan del gobierno de las almas. A la vista  pues de esta, será sin duda muy grande nuestra confusión, si para poner un velo a  nuestros descuidos pretendemos recurrir a que el santo la hizo siguiendo las trazas de  una exageración retórica, y sin ser penetrado de los mismos sentimientos. Pero el que  atendiere a lo que ejecutó después de promovido al sacerdocio, y al modo con que  desempeñó el ministerio episcopal, hallará que sus acciones fueron en todo conformes a  lo que dejó escrito y que debían practicarse por los buenos eclesiásticos y prelados; y por consiguiente, que no nos queda pretexto alguno con qué poder dar color a nuestra  desidia.

6 de fevereiro de 2012

Sermões no † Almas Devotas

III
Santo Antônio de Lisboa
Volume I
Biografia e Sermões
pelo Frei Henrique Pinto Rema, OFM
 Transcrição do livro de 1998 - págs 09-30



   Desde o século IX que no Ocidente o Ano Litúrgico começa no primeiro Domingo do Advento. O Doutor Evangélico escolhe a Septuagésima para iniciar o seu Opus muito provavelmente por nesta semana se ler o Genesis, primeiro livro da Bíblia, consoante consta da reforma do Papa Inocêncio III, entre 1213 e 1216,  reforma essa que mais tarde foi adotada pelo Ordo franciscano. Cf. Atas 1981 p.113.

3 de fevereiro de 2012

Imprima e tenha-o sempre com você

Santo Afonso Maria de Ligório
Folheto


  Este texto foi publicado por Santo Afonso em 1757, no final do seu "Breve Tratado sobre a necessidade da oração, sua eficácia e as condições com que deve ser feita”.
  São conselhos cheios de sabedoria, tirados do último capítulo do livro deste Santo Doutor "A Oração - O grande meio da oração para alcançarmos de Deus a salvação e todas as graças que desejamos."


Curiosidades

Jesus Crucificado pintado por Santo Afonso

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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