26 de dezembro de 2012

Aos Devotos de São José

ou seja
Coleção Completa
das devoções mais usadas em honra do
Glorioso Patriarca
São José
pelo Pe. Eusébio Sacristán Villanueva
Livro de 1935 - 254 págs


Prólogo

   Não é vã desejo de escrever, nem também aspirações de encher vácuos que existem em devocionários desta natureza, a razão porque sai à lume este livrinho; escreveu-o o autor para pagar dívida antiga a seu glorioso Protetor, o Senhor São José.  Fora este fim principal, vai também dirigido a satisfazer os justos desejos dos devotos de nosso Santo, que com toda razão exigem, ou uma terceira edição dos Sete Domingos, livro esse esgotado, ou outro livro que o substitua. Optei por este último alvitre por parecer-me que o livro em questão não satisfazia as aspirações dos amantes e devotos de São José e que faltava no primeiro livro.

~*~*~*~

ÍNDICE
Prólogo
Os Sete Domingos de São José
Corte de São José
Felicitações a São José
Preces ao Glorioso Patriarca São José
Oração pelas necessidades da Igreja
Quartas-feiras dedicadas a São José
Coroa de São José
Dia 19 de cada mês consagrados a São José
Hino a São José
Mês de Março dedicado a São José
Novena ao Glorioso São José
Modo Prático de Assistir à Santa Missa em União com São José
Visita ao Ssmo. Sacramento
Visita à Maria Santíssima
Modo Prático de Confessar-se bem ajudados pelo Patriarca São José
Modo de Comungar em Companhia de São José
Tríduo à Sagrada Família
Fórmula de Consagração das Famílias Cristãs à Sagrada Família
Tríduo de São José
Escapulário de São José
Benção e Imposição do Bentinho de São José
Ladainha de São José
Amor, amor

21 de dezembro de 2012

Uma fonte de bons pensamentos e ótimas resoluções

Filhas de Maria
Rev. Pe. Teppa
Livro de 1901 - 304 págs


PRÓLOGO
          A obra que hoje se oferece ao público adornada com o título: JESUS FALANDO ÀS FILHAS DE MARIA, é uma das muitas que felizmente produzem além-montes a piedade e a devoção à Virgem Santíssima e que a piedade e devoção em Portugal trasladou em nossa linguagem.
Ainda que destinada a ser o manual cristão das associações das Filhas de Maria, é também para todos os católicos em geral um manancial, uma fonte de bons pensamentos e ótimas resoluções.
            Ditoso aquele que respeita e ama o vosso nome, ó Virgem Santa (diz S. Boaventura); aqueles que o invocam cheios de devoção e confiança não temem a hora da morte.
O mesmo afirma S. Bernardo quando diz que Maria é uma brilhante estrela elevada sobre este vasto e tempestuoso mar do mundo; ela guia os que vão atravessando suas empoladas ondas; perder de vista esta brilhante estrela, é pôr-se em risco de naufragar.
E vós, ó Filhas dedicadas da Imaculada Virgem! Não temais a maledicência nem a impiedade: com o suavíssimo nome de Maria por estandarte e este livro por escudo, dareis novo lustre à Religião, nova consolação à grande família católica, percorrereis em paz e inocência a carreira de vossos dias e ireis depois receber o prêmio de haverdes preferido a verdadeira piedade a uma repreensível dissipação, a Virgem ao mundo, ao tempo a eternidade.

INTRODUÇÃO
Porque não há de o homem refletir? Quantos desgostos poupariam! Quantas dificuldades, quantas supostas impossibilidades se lhe desvaneceriam! Nas profundas trevas em que sua irreflexão o retém, mil espectros lhe aparecem sinistros, sombrios, ameaçadores no caminho da salvação: não há obstáculo, não há desgosto, penas, mortificações que sua imaginação enferma não crie, não aumente, não exagere. E todavia o jugo do Senhor é suave! A sua lei é cheia de encantos, de indizíveis doçuras! É um jugo, mas um jugo benéfico, que nos resgata da tirania das paixões. Este jugo do divino Redentor é o que doma as paixões, produz a verdadeira liberdade, e com ela, as delícias da boa consciência, a confiança, a alegria íntima, um paraíso antecipado. Ah! Quando é que os mundanos abrirão os olhos à luz, para compreenderem que foi Deus quem fez o coração do homem? Que Deus é a própria perfeição, a própria amabilidade, a própria felicidade, a origem de todos os bens? Que ele conhece as necessidades desse coração, que penetra todos os seus desejos, que lhe mede toda a extensão? Ele bem sabe o que é necessário a este coração, e este coração fê-lo Ele para que fosse feliz. Os homens querem saber mais do seu coração, do que o Seu Criador! E não conhecem que são cegos, que são o joguete de uma funesta ilusão, que o seu engano é medonho e irreparável; não veem que a sua natureza deu uma terrível queda, e que seus apetites são os frutos da ignorância e da cobiça: triste apanágio dos filhos de Adão! Mas, não ouvem eles no fundo do seu coração uma voz que também lhes clama, que há nisto engano, que vão cegamente desencaminhados, que tudo aqui na terra é mentira e loucura; enfim, que a felicidade não é uma palavra vã, que deve existir em alguma parte, que de certo não é nos prazeres sensuais, e que se deve procurar longe deles a felicidade? Estão surdos com o arruído das paixões: ou, nada ouvem ou, pela cegueira que lhes escurece os sentimentos, desesperam; não tem experimentado a suavidade da virtude, não tem sentido a doçura da graça do Espírito Santo, pararam na superfície; nem penetraram neste paraíso terrestre, cuja entrada lhes é defesa. Dizei, pois, a estes desgraçados: Experimentai um pouco quanto o Senhor é suave, fechai por fim os ouvidos à sedução para os abrirdes à verdade, experimentai-vos mesmos, não vos deixeis atormentar de vãs quimeras; lembrai-vos que estais enfermos, e que a causa de vossa enfermidade e desfalecimento está em vós, inteiramente em vós. Torno a dizer, só a casca é amarga, só é dificultoso o primeiro passo; sai de vossa apatia e experimentai.
É tempo de sair desse torpor mortal, porque o tempo passa para dar lugar à eternidade: a menor demora poderá tornar-se-vos funesta, e conduzir-vos à perdição eterna. Se a vossa fraqueza é extrema, se vos parece impossível fazerdes o menor esforço, se o abismo em que vos precipitastes vos parece demasiadamente profundo, quem vos impede de invocar a Maria, de a implorardes, de pôr vossos olhos nesta benéfica estrela? Chamai por Ela, não cesseis de chamar; persisti em invocá-La, não vos canseis de implorá-La: ainda que estivésseis sepultados nas entranhas da terra, ainda que vossos gelados membros fossem presa da morte uma vez que vos restasse a voz, que vos restasse sequer um suspiro para chamar por Maria, uma vez que insistísseis em chamar por Ela, uma vez que não vos cansásseis em invoca-La, fossem quais fossem vossas tentações, vossas infidelidades, vossas dúvidas, vossos temores, vossas repugnâncias, se perseverásseis, cedo ou tarde experimentaríeis a salutar influência deste benigno astro: vossas dúvidas se dissipariam, reanimar-se-iam vossas forças, vossas algemas seriam quebradas. Se fizerdes alguns esforços, a virtude se vos tornará fácil, e em breve andareis pelo caminho dos divinos mandamentos. Ó homens! Quem vos fascinou até este ponto? Pois haveis de gemer debaixo do peso que vos oprime, e haveis de recusar o auxílio que se oferece à vossa fraqueza? Haveis de repelir a mão que se vos oferece para levantar-vos?! Pois haveis de recusar lançar-vos no regaço de uma Mãe, que tem sempre os braços abertos para vos acolher?! Sim, é Mãe, e a mais doce, a mais clemente, a mais amável das mães: perfilhou-vos sobre o Gólgota nas mais cruéis angústias. Acolhe bondosamente todos os filhos da sua dor; S. Bernardo assegura-me que nada tem de ameaçador, nada de terrível, nada de severo; é a Mãe de misericórdia. Todos os séculos a celebram à porfia como a Advogada e o Refúgio dos pecadores, a Esperança dos desalentados, a Poderosíssima reconciliadora dos desgraçados filhos de um pai culpado. Está provado pela história dos séculos, que nunca pecador algum A encontrou dura e inflexível às suas orações, inacessível aos seus gemidos e à sua confiança. Justos, pecadores quem quer que sejais, ajoelhai diante deste trono de misericórdia; esta boa Mãe vos receberá; vos abraçará, vos auxiliará. – Eu me levantarei, sim, eu me levantarei, sairei imediatamente do aviltamento em que caí, irei, correrei, voarei de braços abertos a lançar-me no regaço de minha Mãe, neste regaço augusto; onde o Eterno se estreitou para me arrancar dos braços da morte; aí o escravo encontra a liberdade, o doente a saúde, o afligido a consolação, o pecador o perdão; aí estabelecerei minha morada até ao meu derradeiro suspiro.

~*~*~*~

ÍNDICE

I - Maria é Nossa Mãe

II - Amor de Jesus a Maria

III - Pureza e Santidade de Maria

IV - Outras virtudes de Maria

V - Dignidade de Maria

VI - Glória de Maria

VII - Benefícios de Maria

VIII - Dores que Maria sofreu por nós

IX - Amor que Maria tem a suas filhas

X - Amor que Maria tem a suas filhas, ainda que tenham sido pecadoras

XI - Eficácia da intercessão de Maria

XII - Prontidão de Maria em escutar as orações de seus filhos

XIII - Maria obtém do seu divino Filho o perdão dos teus pecados

XIV - Maria protege suas filhas na tentação

XV - Maria ajuda suas filhas a adquirir as virtudes

XVI - Maria obtém a suas filhas a perseverança final

XVII - Maria assiste às suas filhas na hora da morte

XVIII - Maria assegura ás suas filhas a posse da felicidade eterna

XIX - A devoção à Santíssima Virgem é sinal de predestinação

XX - Maria provê às necessidades temporais das suas filhas

XXI - Uma filha de Maria deve fugir do pecado

XXII - Amor que uma filha de Maria deve ter a Jesus

XXIII - Uma filha de Maria deve imitar-lhe as virtudes

XXIV - Quanto uma filha de Maria deve amar a pureza

XXV - Uma filha de Maria deve aplicar-se a praticar a humildade

XXVI - Uma filha de Maria deve pensar muitas vezes em sua Mãe Santíssima

XXVII - Uma filha de Maria deve rezar assiduamente o rosário ou o terço ou o ofício de Nossa Senhora

XXVIII - Uma filha de Maria deve mortificar-se por Seu amor

XXIX - Uma filha de Maria deve celebrar dignamente as suas festas

XXX - Uma filha de Maria deve estar junto Dela

XXXI - Quanto importa perseverar no amor de Maria

18 de dezembro de 2012

O Valor Infinito do Santo Sacrifício... Reformatado em 09/2014

pelo Venerável Martinho de Cochem
Livro de 1914 - 336 págs

Fonte
























ÍNDICE
Biografia Resumida do Venerável Autor deste Livro
Capítulo I - Da essência do Santo Sacrifício da Missa
Capítulo IIExcelência do Santo Sacrifício da Missa
Capítulo III - Símbolos e Mistérios do Santo Sacrifício da Missa
Capítulo IV Na Santa Missa, Jesus Cristo renova sua Encarnação
Capítulo V Na Santa Missa, Jesus Cristo renova o seu nascimento
Capítulo VI Na Santa Missa, Jesus Cristo renova sua vida
Capítulo VII Na Santa Missa, Jesus Cristo renova sua oração
Capítulo VIII - Na Santa Missa, Jesus Cristo renova sua Paixão
Capítulo IX Na Santa Missa, Jesus Cristo renova sua morte
Capítulo X - Na Santa Missa, Jesus Cristo renova a efusão do seu Sangue
Capítulo XI A Santa Missa é o holocausto mais excelente
Capítulo XII A Santa Missa é o mais sublime sacrifício de louvor
Capítulo XIII A Santa Missa é o melhor sacrifício de ação de graças
Capítulo XIV A Santa Missa é o sacrifício mais eficaz de impetração
Capítulo XV A Santa Missa é o mais poderoso sacrifício de reconciliação
Capítulo XVI A Santa Missa é o mais digno sacrifício de satisfação
Capítulo XVII A Santa Missa é a obra mais excelente do Espírito Santo
Capítulo XVIII A Santa Missa é a mais doce alegria da Mãe de Deus e dos Santos
Capítulo XIX A Santa Missa é o maior bem dos fiéis
Capítulo XX A Santa Missa aumenta em nós a Divina Graça e a Glória Celeste
Capítulo XXI A Santa Missa é a esperança segura dos moribundos
Capítulo XXII A Santa Missa é o mais eficaz alívio das almas do Purgatório
Capítulo XXIII Da prece do Sacerdote e dos Anjos pelos que ouvem a Santa Missa
Capítulo XXIV A Santa Missa não prejudica ao trabalho, antes o favorece
Capítulo XXV Da maneira de oferecer a Santa Missa e do valor da oblação
Capítulo XXVI Como podemos participar dos frutos de várias Missas que, ao mesmo tempo e na mesma Igreja se celebram
Capítulo XXVII Instante exortação para ouvir diariamente a Santa Missa
Capítulo XXVIII Exortação para ouvir piedosamente a Santa Missa
Capítulo XXIX Que devoção se deve praticar durante a Elevação
Capítulo XXX Respeito com que se deve assistir à Santa Missa


13 de dezembro de 2012

O Campo da Confiança, onde se dilatam e reconfortam as almas!

Pe. A. M. Jean Lhermitte, S.D.B.
Livro de 1956 - 214 págs

Fonte
     Os jansenistas – já condenada pela Igreja desde 1642 – esforçaram-se por colocar a Deus tão alto e tão longe dos homens, que o tornaram quase inacessível para um grande numero de almas! Com efeito, apresentaram-no como um Juiz tão severo, um Justiceiro tão rigoroso, um Deus tão terrível, numa palavra, que eles desviaram do Melhor e Mais Terno dos pais o coração dos filhos, e espalharam o espanto na alma dos pecadores! Como consequência disto, viu-se que, ainda os menos culpados dos filhos de Eva não se aproximaram mais de Deus, senão tremendo, não ousando mais pronunciar sequer o seu nome”

     [...]

     Ora, este livro tem dois fins principais:
  • a) Levantar as almas caídas, inspirando-lhes uma confiança ilimitada na onipotência de Deus unida à sua infinita Misericórdia;
  • b) Impedir que as almas pecadoras, amedrontadas pelo seu abatimento e suas contínuas recaídas, se entreguem ao desespero; atirar-se à frente delas, barrar-lhes o caminho fatal, fazendo resplandecer a seus olhos o Sol reluzente da Divina Misericórdia
      Na soleira deste luminoso e benfazejo oásis que se chama O Campo da Confiança, onde se dilatam e reconfortam as almas, empenhamo-nos em declarar que aqui não se trata absolutamente de uma confiança qualquer, confiança temerária, confiança à moda protestante, enunciada por Lutero: “Peca quanto quiseres, mas crê mais = Pecca fortier, sed crede fortius!”.

     Tal confiança leva direitinho ao abismo. Porque ela nega a necessidade das boas obras, mesmo da penitência!

    A confiança de que nós entendemos falar aqui é unicamente a confiança que tem por base o arrependimento e o bom propósito.

      Nestas condições, nenhuma barreira ao Perdão Divino!”.

10 de dezembro de 2012

Homossexualismo - Reformatado

Pe. David Francisquini

Livro fundamentando, sobretudo, no Supremo Magistério da Igreja, nos escritos de santos e teólogos universalmente aceitos pela Igreja como fidedignos


“Existe hoje um enorme esforço publicitário no mundo todo — através da imprensa, cinema, televisão, internet e vários outros meios de divulgação — a fim de tornar aceito pela sociedade o homossexualismo .
Muitos católicos, embora sabendo que se trata de uma ação antinatural condenável, desconhecem a enorme gravidade do pecado que assim se comete, sempre qualificado pela Santa Igreja como “pecado que brada aos Céus”. Além dessa questão, chamo a atenção também para o enorme esforço publicitário de deformação que se pratica nas escolas da rede pública, por meio de livros moralmente inaceitáveis.
Os costumes mudaram tanto, que até mesmo um sacerdote precisa tomar cuidado para ensinar a doutrina católica sobre a questão. Isto de um lado. De outro, fazê-lo em nossos dias não é diferente à maneira de atuar de David com Golias, tal é a intensidade da propaganda visando tornar o homossexualismo aceito pela sociedade.
Gostaria, aliás, que pela poderosíssima intercessão de Nossa Senhora, meu pequeno e despretensioso livro tivesse um efeito análogo ao de sua certeira funda...
No estudo, procurei relembrar aos fiéis a doutrina católica, além de me referir igualmente ao que diz a ciência e as leis sobre o homossexualismo. Fundamentando-me, sobretudo, no Supremo Magistério da Igreja, nos escritos de santos e teólogos universalmente aceitos pela Igreja como fidedignos, além de outras fontes.
O que nos moveu ao redigir e publicar o opúsculo “Homem e mulher, Deus os criou” foi o zelo pela salvação das almas, pois os fiéis católicos têm hoje dificuldade em obter orientação segura para os problemas morais com que se defrontam diariamente.
Tanto para a orientação pessoal como para educação e formação dos filhos, ou ainda quanto à ação de esclarecer parentes e amigos a fim de deter e aniquilar a influência da propaganda homossexual, nada melhor do que se basear no que a Santa Igreja ensina desde todo o sempre.
O livro visa ajudar as famílias a neutralizar a malsã propaganda do lobby homossexual. Como a desorientação atual é grande, e devemos aderir em tudo à palavra do Divino Mestre, pois stat crux dum volvitur orbis (enquanto o mundo gira, a cruz permanece inabalável).
Lamentavelmente, o governo e o poder judiciário de diversos países, entre os quais o nosso, vêm facilitando e colaborando com a aceitação do homossexualismo. Conivências inimagináveis e apoios inaceitáveis — inclusive financeiro, proporcionado com o dinheiro dos contribuintes — conseguiram introduzir graves alterações no ordenamento jurídico do País.
Além de em si mesmo o homossexualismo ser injusto e imoral, ele também contraria frontalmente o nosso sentir religioso, invariavelmente expresso pela população quando consultada em pesquisas e levantamentos de opinião pública.
__________
Fonte do texto acima 


OBS.: Agradeço ao Joe pela digitalização e envio do arquivo deste livro com estes dizeres"Não há nenhum livro melhor do que esse para entender o que a Igreja Católica pensa sobre homossexualismo. Livro com linguagem simples e objetiva recheada de informações, que certamente ajudará os jovens com tendências homossexuais e que também é importante para heterossexuais, pois fala do quão grave são os pecados contra castidade em geral."

6 de dezembro de 2012

"A melhor astúcia do demônio é nos persuadir que ele não existe"

Compilado por
Frei Raul de Lima Sertã O.C.D.
Opúsculo de 2000 - 60 págs


ÍNDICE

Apresentação
Anjos bons e anjos maus
Armas contra o demônio
Armas do demônio contra nós
Ajudantes do demônio
Atenção!... Atenção!... Atenção!
Curas milagrosas e numerosas de Jesus
Curai os doentes
Com certeza
Declarações de Santa Teresa
Demônio e a Água Benta
Fim do poder dos anjos maus
Ladainha dos demônios
Mais armas do demônio contra nós
Mais vale uma figura - para as meninas refletirem
Minhas queridas irmãs
Número dos anjos maus
Orgulho do anjo mau
Poder do demônio
Para reflexão
Preces
Reino de Deus e o reino do demônio
Sem perdão

30 de novembro de 2012

Rezemos sempre pelas pobres almas que padecem no Purgatório

Mons. José Basílio Pereira
 livro de 1943 - 108 págs
(Transcrito por Carlos A. R. Júnior)



"Santa Brígida viu, um dia, ante o So­berano Juiz, uma alma do Purgatório, que estava trêmula e confusa e a quem era intimada que declarasse publicamente os pecados que não tinham sido seguidos de penitência suficiente e que lhe haviam me­recido a punição que sofria.
A alma exclamava com uma voz que cortava o coração: Infeliz de mim, infeliz! — e em soluços, fazia a enumeração de tudo o que a manchava e prendia tão longe do Céu.
Não reproduziremos essa visão, mas dela extrataremos a relação das principais faltas que, como vermes roedores, torturam uma pobre alma do Purgatório.
«Perdi meu tempo, esse tempo bem pre­cioso do qual todos os momentos podiam servir para expiar meus pecados, praticar uma virtude, merecer o Céu: eu o perdi em conversações fúteis, em ocupações banais e sem objeto, em leituras recrea­tivas demasiado prolongadas; — é por isso que sofro!
Esqueci por negligência minhas penitên­cias sacramentais: as fiz mal por dissipação, e aceitei-as sem espírito de fé: — é por isso que sofro!
Caí em murmurações contra meus supe­riores, meu confessor, meus parentes; mur­murações leves, sem dúvida, mas partidas do amor próprio magoado, da falta de res­peito, do ciúme; — é por isso que sofro!
Consenti em pensamentos de vaidade a respeito do trajar, sobre os acessórios da casa, acerca de predicados de família; vesti-me com orgulho, segui as modas com ostentação, afetei um asseio exagerado; — é por isso que sofro.
Eu me proporcionei, sem nenhuma ne­cessidade, pequenas sensualidades durante minhas refeições e fora delas, num viver voluptuoso e descuidado, num zelo exces­sivo do bem estar, no abuso do descanso corporal, na fuga de tudo que natural­mente modificaria os sentidos;— é por isso que sofro!
Em conversação, atirei ditos espirituosos com o fim de ser elogiado, apreciado, distinguido, e para brilhar mais que os outros; — é por isso que sofro!
Faltei à caridade que me chamava em socorro do próximo: faltei à caridade, deixando de o consolar, de o defender, de o aconselhar ao bem; conservando volun­tariamente um pequeno pensamento de rancor, de inveja; — é por isso que sofro!
Omiti por negligência e incúria muitas comunhões que me eram permitidas: fui remisso em minhas devoções, pouco apli­cado em meu terço e na oração; — é por isso que sofro!»
Meu Deus! como estas confissões me instruem!"

29 de novembro de 2012

Aviso sobre o livreto para crianças "O Rosário Meditado"

Peço aos que já fizeram o download do livrinho
que o refaçam e
descartem o anterior,
pois há um erro de digitação na Ladainha.

Desculpem o transtorno
Saudações!



27 de novembro de 2012

27 de Novembro - Festa de Nossa Senhora das Graças Comemorando esta data com um livreto para as crianças

por
São Luiz Maria Grignion de Montfort
 Livreto editado pelo blog com o intuito de 
Aumentar a Devoção e a Proximidade das crianças à tão Boa e Terna Mãe

Livrinho que incentiva 
Oração e a Meditação do Santo Rosário,
(Com imagens dos mistérios para colorir)


Obs.: Arquivo em formato livreto


     São Luis Maria Grignon de Montfort  teve  a  feliz  ideia  de  compor  uma    maneira  de  se  rezar  o  Rosário  com  mais elevação e menos distrações, portanto com maior proveito. Basta ler, no texto a seguir, uma frase antes  de  cada  Padre  Nosso  e  Ave  Maria,  de acordo com a ordem em que ele colocou. Utilize, sempre que puder, essa verdadeira maravilha. 

“O oração do Santo Terço é o meio de salvação muito poderoso e eficaz que nos é oferecido pela Divina Providência, contra Satanás.”
São Luiz Maria Grignion de Montfort

21 de novembro de 2012

21 de Novembro - Apresentação de Nossa Senhora e Segundo Aniversário do Alexandria Católica

   A festa de hoje já se celebrava no Oriente no século VI. Gregório XI introduziu-a em Avinhão em 1562. Sixto V declarou-a de obrigação para toda a Igreja em 1580 e, Clemente VIII elevou-a a duples maior. A Consagração de Nossa Senhora no templo está intimamente ligada à de Jesus; que também a nossa se junte à de ambos!

É com grande alegria que informo aos leitores que foi nesta importante data que o blog teve seu início e hoje comemora seu SEGUNDO aniversário!!

     Com o incentivo de algumas pessoas e um desejo enorme de contribuir de alguma forma para a Boa Formação Católica neste mundo tão corrompido, surgiu - sem nenhuma intenção para que fosse nesta data - a Primeira Postagem do Blog.
    
    Ao constatar, depois das dificuldades e da euforia de ter conseguido criar a primeira postagem que, Providencialmente, era esta a data onde o blog teve seu princípio oficial, um pensamento logo veio: Um blog que anteriormente havia sido oferecido à Nossa Senhora e que, desapercebidamente, se inicia na data de Sua Apresentação no Templo, provavelmente poderá fazer muito bem às almasPor este motivo então e cada vez mais multiplicam-se os esforços, apesar das dificuldades, para que boas leituras sejam aqui divulgadas.
     Neste tempo de existência é possível agradecer, primeiramente à Nossa Mãe Santíssima de onde me vêm as graças necessárias para perseverar neste apostolado e também à Santa Teresinha do Menino Jesus que constantemente faz "chover pétalas de rosas" aos que à ela recorrem. Agradeço por todos os benefícios e também pelas cruzes recebidas, agradeço a TODOS os que acessam o blog e se lembram de nós em suas orações, aos que escrevem, aos que leem, aos que contribuem com arquivos, indicações, enviando livros, donativos e aos que ajudam a divulgá-lo.

     Sabemos que Nossa Mãe Santíssima distribui muitas graças para muitas almas, então peço humildemente à Ela que TODOS os leitores sejam especialmente abençoados  nesta data especial!


Aprofunde seus conhecimentos sobre a
Santíssima Virgem Maria e
Aumente seu amor a tão Terna Mãe 
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Algumas Imagens da
Apresentação de Nossa Senhora









Que Nossa Senhora cubra a todos com
Seu Manto Sagrado!!

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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