30 de setembro de 2011

Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face

 de Outubro
Festa de Santa Teresinha do Menino Jesus

“Não quero ser Santa pela metade, escolho tudo”.

CRONOLOGIA
Retirada das Obras Completas













ALENÇON (1873-1877)

02/01/1873 às 23:30 hs - Nasce Maria Francisca Teresa Martin, à Rua Sainte-Blaise, 36 (hoje 42)
04/01/1873 - Batismo na igreja de Nossa Senhora, pelo Pe. Lucien Dumaine.
Padrinhos: a irmã mais velha, Marie (13 anos) e Paul Albert Boul (13 anos).
14/01/1873-Primeiro sorriso à sua mãe.
15/03 ou 16/03/1873 - Partida para Semallé (Orne), casa de Rosa Taillé, a fim de ser amamentada.
02/04/1874 - Retorna definitivamente para sua casa.
24/06/1874 - Começa a falar quase tudo.
29/03/1875 - Viagem com a mãe até Mans para visitar Irmã Maria Dositéia, no mosteiro da Visitação
16/07/1876 - Primeiro retrato. Faz beicinhos para o fotógrafo.
24/12/1876 - Sua mãe, Zélia Martin, consulta com Dr. Notta, em Lisieux, a respeito de seu tumor no seio. Não é mais possível fazer uma cirurgia.
03/04/1877 - Aos quatro anos: “Serei religiosa em um claustro”.
04/04/1877 - Primeiro escrito de Teresa: um bilhete a Luisa Madalena, amiga de Paulina.
18 a 23/06/1877 - Sra. Martin, Maria, Paulina e Leônia fazem uma peregrinação a Lourdes
28/08/1877 - Morre da Sra. Martin
29/08/1877 - Sepultamento da Sra. Martin. Teresa escolhe Paulina como sua segunda mãe.




LISIEUX – LES BUISSONNETS (1877-1888)
15/11/1877 - Chegada de Teresa e suas irmãs a Lisieux, aos cuidados do tio Guérin
16/11/1877 - Instalação nos Buissonnets
30/11/1877 - Chega o pai, Sr. Louis Martin
08/08/1878 - Pela primeira vez, Teresa vê o mar, em Trouville
Verão de 1879 (ou em 1880) - Visão profética a respeito da provação de seu pai
01/12/1880 - Primeira carta (que se conserva) que ela escreveu sozinha (a Paulina)
12/01/1882 - Inscrição na Obra da Santa Infância
16/02/1882 - Paulina decide ingressar no Carmelo
verão 1882 - Fica sabendo da partida próxima de Paulina. Sente-se chamada ao Carmelo. Fala com Madre Maria de Gonzaga
Outubro 1882 - O nome Teresa “do Menino Jesus” lhe é proposto por Madre Maria de Gonzaga.
25/03/1883 - Páscoa. Sr. Martin, Maria e Leônia estão em Paris. Teresa adoece na casa dos Guérin. Tremores nervosos, alucinações
06/04/1883 - Tomada de hábito de Paulina (Irmã Inês de Jesus). Teresa pôde abraçar sua irmã no locutório.
07/04/1883 - Recaída, nos Buissonnets.
13/05/1883 - Pentecostes. Sorriso da Virgem, cura repentinamente Teresa.
01/10/1883 - Ano de preparação para a Primeira Eucaristia.
02/04/1884 - Exame do catecismo
04/05/1884 - Retiro preparatório de quatro dias.
07/05/1884 - Confissão geral
08/05/1884 - Primeira Eucaristia na Abadia das Beneditinas. Profissão de Irmã Inês de Jesus no Carmelo.
22/05/1884 - Comunga pela segunda vez.
14/06/1884 - Crisma, por Dom Hugonin, bispo de Bayeux, na Abadia. Madrinha: Leônia, sua irmã.
25/09/1884 - Inscreve-se na Confraria do Santo Rosário
14/12/1884 - Teresa é nomeada Conselheira da Associação dos Santos Anjos, na Abadia.
26/04/1885 - Inscreve-se na Confraria da Sagrada Face de Tours
15/10/1885 - Inscreve-se no Apostolado da Oração
02/02/1886 - Recepção como aspirante das Filhas de Maria.
15/10/1886 - Entrada de Maria no Carmelo (Irmã Maria do Sagrado Coração de Jesus)
25/12/1886 - Aos trezes anos, depois da Missa da Meia Noite, Graça da Conversão, nos Buissonnets.
29/05/1887 - Pentescostes. Teresa consegue do pai licença para ingressar no Carmelo aos quinze anos de idade.
31/10/1887 - Visita a Dom Hugonin, em Bayeux, para solicitar ingresso no Carmelo.
20/11/1887 - Audiência de Leão XIII. Teresa apresenta seu pedido ao Papa.
28/12/1887 - Resposta favorável de Dom Hugonin à priora do Carmelo, Me. Maria de Gonzaga, para admissão de Teresa.
01/01/1888 - Resposta positiva, mas o Carmelo delonga em três meses a entrada de Teresa, para depois da Quaresmas.
09/04/1888 - Festa da Anunciação. Entrada de Teresa no Carmelo de Lisieux.
















NO CARMELO (1888-1897)
9/04/1888 a 10/01/1889 - Postulantado
abril 1888 - Ocupação: rouparia. Deve também varrer um dormitório.
28/05/1888 - Confissão geral ao Pe. Pichon
Fim de outubro de 1888 - Teresa é admitida pelo Capítulo Conventual à tomada de hábito.
Novembro de 1888 - Em razão do estado de saúde do Sr. Martin, a tomada de hábito de Teresa é adiada
10/01/1889 - Tomada de hábito. Última festa para o Sr. Martin. Teresa acrescenta “da Santa Face” ao seu nome religioso.
10/01/1889 a 24/09/1890 - Noviciado
Janeiro 1889 - Ocupação: refeitório, com Irmã Inês de Jesus e serviço de vassoura.
Julho 1889 - Teresa recebe uma graça marial no eremitério de Santa Madalena e “semana do silêncio”.
Janeiro 1890 - Retardamento da profissão de Teresa. Ela lê Les fondements de la vie spirituelle, do Pe. Surin.
28/08/1890 - início do retiro para profissão. Secura espiritual.
02/09/1890 - Exame canônico na capela.
07/09/1890 - Teresa duvida de sua vocação
08/09/1890 - Profissão de Teresa. “Inundada de um rio de paz”
10/02/1891 - Designada como segunda sacristã com Irmã Santo Estanislau
07 a 15/10/91 - Retiro pregado pelo franciscano Fr. Alexis Prou. Teresa é lançada “nas ondas da confiança e do amor”
12/05/1892 - Última visita do Sr. Martin ao locutório.
02/02/1893 - Compõe sua primeira poesia, O orvalho Divino.
20/02/1893 - Eleição de Madre Inês como Priora. Teresa torna-se auxiliar da Mestra de Noviças, Madre Maria de Gonzaga.
02/01/1894 - Atinge a maioridade. Compõe “A Missão de Joana d’Arc”
Primavera 1894 - Começa a sofrer da garganta
29/02/1894 - Morte do Sr. Martin no Castelo de La Musse (Eure), às 8h e 15m.
Dezembro 1894 - Recebe da Madre Inês de Jesus a ordem de escrever suas memórias.
1895 - ano da redação do Manuscrito A
Abril 1895 - Confidencia a Irmã Teresa de Santo Agostinho: “Morrerei em breve”.
09/06/1895 - Recebe, durante a missa, a inspiração de oferecer-se ao Amor Misericordioso.
11/06/1895 - Faz, com Celina, a oblação do Amor, diante da Virgem do Sorriso.
17/10/1895 - Teresa é designada, por Madre Inês, irmã espiritual do Pe. Maurício Bellière, seminarista e aspirante a missionário.
20/01/1896 - Teresa entrega a Madre Inês o Manuscrito A.
21/03/1896 - Difícil eleição (sete dias) de Madre Maria de Gonzaga. Teresa é confirmada no cargo de Mestra auxiliar no noviciado. Outros ofícios: sacristia, pintura, rouparia (com Maria de São José).
2 a 3/03/1896 - Noite de Quinta para Sexta-feira Santa: primeira hemoptise, na cela.
05/04/1896 - Entrada “nas mais densas trevas”, provação da fé, que durará até sua morte.
30/05/1896 - Madre Maria de Gonzaga confia a Teresa um segundo irmão espiritual: Pe. Roulland, das Missões Estrangeiras.
08/09/1896 - Redação da segunda parte do Manuscrito B
Início de abril 1897 - Gravemente enferma.
06/04/1897 - Início das Últimas Palavras.
03/06/1897 - Redação do Manuscrito C, por ordem de Madre Maria de Gonzaga.
08/07/1897 - Teresa desce para a enfermaria. Manuscrito C inacabado
30/08/1897 - Última fotografia, no claustro
14/09/1897 - Desfolha uma rosa sobre o crucifixo.
29/09/1897 - Agonia. Confissão ao Pe. Faucon.
30/09/1897 - Morte de Teresa, diante da comunidade reunida, por volta das 19h e 20m.
04/10/1897 - Sepultamento no Cemitério de Lisieux


VIDA PÓSTUMA
30/09/1898 - Publicação de 2000 exemplares de “História de uma Alma”.
26/05/1898 - Reine Fauquet, menina cega de quatro anos de idade é curada sobre o túmulo de Teresa.
14/08/1921 - Bento XV promulga o Decreto sobre a heroicidade das Virtudes da Venerável Serva de Deus.
29/04/1923 - Beatificação da Irmã Teresa do Menino Jesus por Pio XI.
17/05/1925 - Solene Canonização na Basílica de São Pedro, em Roma.
14/12/1927 - Proclamada Padroeira Universal das Missões.
03/05/1944 - Nomeada Padroeira secundária da França, juntamente com Santa Joana d’Arc.
30/09/1997 - Primeiro Centenário de Sua Morte.
19/10/1997 - Solene Proclamação como Doutora da Igreja, pelo Papa João Paulo II.
13/12/1997 - A urna com suas relíquias chega ao Brasil para peregrinar por várias dioceses, trazida pelo Cardeal Primaz Dom Lucas Moreira Neves.
30/09/1998 - Primeiro Centenário da Publicação de “História de uma Alma”.

para ver todos os livros disponíveis no blog sobre Santa Teresinha. Ela que, em todos os  seus gestos e sacrifícios, do menor ao maior, oferecia a Deus, pela salvação das almas, e na intenção da Igreja. Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face esteve como criança para o Pai, livre igual a um brinquedo aos cuidados do Menino Jesus, e tomada pelo Espírito de amor, que a ensinou a pequena via da infância espiritual.


“Eu vos suplico, ó meu Deus,
enviar-me uma humilhação cada vez que eu tentar
me elevar acima dos outros”.


Santa Teresinha do Menino Jesus, rogai por nós!

29 de setembro de 2011

Nossa Senhora da Divina Providência

História


O quadro de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, venerado numa capela da Igreja de São Carlos ai Catinari, em Roma, é uma tela a óleo de Scipione Pulzone, pintor renascentista da Escola de Rafael e que viveu no século XVI, entre 1550 e 1598. Representa a Virgem Maria, trazendo em seus braços um menino, que seria Jesus. Mas, observe que, diferente de Maria, o menino que ela segura nos braços não possui a auréola na cabeça, símbolo de santidade. Será que o artista quis, intencionalmente, dizer que ali está a humanidade, pela qual Maria intercede junto à Divina Providência? Pulzone era essencialmente religioso e sua alma de artista e de homem santo conseguiu retratar em sua obra um momento de êxtase da ternura maternal. Ao pintar o quadro, destinado a uma família romana, jamais imaginou que se tornaria objeto de tamanha devoção dos cristãos.
Então, é Maria que intercede à Divina Providência pelas nossas necessidades e nos leva em seus braços.

NOSSA SENHORA MÃE DA DIVINA PROVIDÊNCIA - PROVIDENCIAI!

* * *
A devoção a Nossa Senhora, com o título de Mãe da Divina Providência começou, verdadeiramente, lá pelo início do século XVII. Conta a História que nessa época havia duas casas em Roma, pertencentes aos padres Barnabitas. Uma, na Praça Colonna, dedicada a São Paulo, e a outra, na Praça Catinara. Atendendo a uma ordem do Papa Alexandre VII, que desejava ampliar a Praça Colonna, a igreja de São Paulo deveria ser demolida. Preocupados com um belo afresco de Maria, existente na igreja, os padres pediram ao arquiteto responsável pela demolição que preservasse o afresco, transportando-o com cuidado para a nova residência. Muito comuns na Itália, os afrescos são grandes quadros murais, pintados sobre gesso, ou argamassa. Grandes Mestres da arte medieval, renascentista e barroca utilizaram essa técnica, como Michelângelo e Rafael, por exemplo. Apesar do cuidado, o afresco foi destruído ao ser transportado para seu lugar definitivo. O arquiteto, tentando compensar a tristeza dos padres pela perda do imenso quadro, doou uma obra do pintor Scipione Pulzone, que pertencia a seu acervo. Tratava-se de um quadro de Maria, segurando nos braços um menino. Mal sabia ele o imenso tesouro espiritual que trazia aquele pequeno quadro, medindo apenas 54 x 42 cm. Inicialmente, o quadro fora colocado na capela interna dos padres, na nova casa. Aquela imagem de Maria ainda não tinha um nome.
Os padres Barnabitas empreenderam, então, a grandiosa obra da construção de uma igreja em honra a São Carlos Borromeu, Arcebispo de Milão, canonizado em 1610. São Carlos havia sido grande amigo e incentivador da Ordem dos Barnabitas. Após 15 anos de obras, os recursos começaram a faltar e ainda havia muita coisa a fazer. O superior da comunidade, Padre Brás Palma, decidiu, então, fazer uma peregrinação a pé até o Santuário de Nossa Senhora do Loreto (onde existe a pequena casa em que viveu a Sagrada Família, após sua volta do Egito). Ele tinha a certeza de que sua oração seria atendida e conseguiria recursos para terminar a obra.
Retornando a Roma, procurou o Cardeal João Batista Lenie, solicitando ajuda para a construção da imensa igreja, mas o Cardeal informou que seus recursos já estavam comprometidos com outras obras. Padre Palma não desanimou e  redobrou suas orações, insistindo junto a Maria Santíssima, na convicção de que ela deveria ser sua Providência. No ano seguinte, 1627, faleceu o Cardeal Lenie e seus funerais foram realizados na igreja inacabada, dedicada a São Carlos, no dia 4 de novembro, dia de sua festa. Mas, ao ser aberto o testamento do cardeal, qual não foi a surpresa dos Barnabitas: o Cardeal deixara boa parte de seus bens para o acabamento das obras da igreja de São Carlos Borromeu!
A história continuou, já no século XVIII. Em 1732, Padre Pietro Maffetti, pároco de São Carlos, teve a idéia de colocar uma réplica do quadro de Nossa Senhora num local onde pudesse ser vista e venerada pelos fiéis. Ele encarregou outro artista, o Irmão Barnabita Pietro Valentini, de fazer uma reprodução do original. No dia 12 de julho de 1732, o quadro foi colocado num pequeno corredor, que servia de passagem aos religiosos ao se dirigirem do convento à igreja. Sob o quadro, Pe. Maffetti mandou escrever o título: "Mater Divinae Providentiae", Mãe da Divina Providência. A partir daí, a imagem de Maria passou a ter um título, cuja origem é explicada pelas Irmãs Angélicas de São Paulo, num livreto da Congregação:

“No ano de 1633, morreu, com fama de santidade, no Mosteiro de São Paulo, em Milão (Itália), Angélica Joana Visconti Borromeu, prima de São Carlos Borromeu, que foi Priora do Mosteiro; tinha grande amor à Mãe de Deus e plena confiança em sua proteção. Na mesma época, a Angélica Luísa Mariana Gonzaga escreveu a vida da Madre. Conta que as Angélicas realizavam "uma solene procissão, para homenagear e glorificar a Doce Soberana, Mãe da Divina Providência, sem a qual não se pode obter socorro ou graças celestiais, tudo passando por suas mãos..." (Vida Venerável da Madre Angélica Joana Visconti Borromeu, 1635). Essa procissão era feita no 6º Domingo de Pentecostes, cuja oração era:   Ó Deus, cuja Providência... (ver 9º Domingo do tempo comum). 

Havia uma imagem que representava Maria, com o Menino Jesus, e era venerada como Mater Divinae Providentiae. Encontrava-se no corredor do claustro, entre a cela da Priora e a dispensa. Não ficava distante do confessionário e do coro, onde as Monjas ouviam as pregações. A Ela eram atribuídas muitas graças alcançadas. Historicamente, desde 1613, os padres Barnabitas tinham decidido colocar na torre dos sinos da igreja de São Paulo, em Bolonha, uma estátua da Virgem, com o título de “Virgem Bem-Aventurada da Divina Providência”. 

Voltando à história da casa dos Padres Barnabitas, em pouco tempo, o corredor onde estava exposta a cópia do quadro ficou pequeno, devido ao grande número de fiéis que acorriam para venerar a Bem-Aventurada Virgem. O Superior Geral dos Barnabitas na época, Pe. Mário Maccabei, mandou transformar o local em uma capela, inaugurada em 28 de junho de 1742. O grupo de fiéis foi aumentando e se transformou em Confraria, aprovada pelo papa Bento XIV, em 25 de setembro de 1744. O Papa Gregório XVI a elevou à categoria de Arquiconfraria, no dia 16 de julho de 1839. Muitos papas, reis e príncipes se inscreveram na Arquiconfraria, mas quem mais se distinguiu pelo zelo e devoção foi o papa Pio IX, que freqüentava a Igreja de São Carlos. Em novembro de 1888, por um decreto do Cabido Vaticano, a imagem foi solenemente coroada, incentivando, assim, sua veneração sob o título Mãe da Divina Providência. A atual Capela de Nossa Senhora Mãe da Divina Providência, na Igreja de São Carlos ai Catinari, foi inaugurada em 1848.
De acordo com o Calendário Eclesiástico de 1914, sua festa passou a ser definitivamente celebrada no sábado, antes do terceiro domingo do mês de novembro, como é feita até hoje nas igrejas e capelas que a veneram como Padroeira.

(Texto baseado na Formação apresentada pelo Padre Barnabita João Parreira, exibida no Programa “Momento do Amigo”, da Rádio Catedral, em novembro de 2007)
Fonte


TERÇO DA PROVIDÊNCIA

No início: Credo

Contas grandes: “Mãe da Divina Providência: Providenciai!”

Contas pequenas: “Deus provê, Deus proverá, Sua misericórdia não faltará!”

Oração: “Vinde, Maria, chegou o momento. Valei-nos agora e em todo tormento. Mãe da Providência, prestai-nos auxílio, no sofrimento da terra e no exílio. Mostrai que sois Mãe de Amor e de Bondade, agora que é grande a necessidade. Amém.”

28 de setembro de 2011

Para almas que aspirarem o mais perfeito

Autora Anônima
Livro de 1936 - 166 págs







PREFÁCIO

            A autora anônima deste livro, cheio de boa doutrina e animado de um espírito são, abre a seus leitores um caminho, que somente será palmilhado pelas almas que aspirarem o mais perfeito.

27 de setembro de 2011

Desprender o nosso coração

Edição de (?) -140 págs

Fonte

“Libertarmo-nos dos laços egoístas e parciais que nos prendem às criaturas, desprendermos o nosso coração do que é temporal e efêmero espiritual. O conhecimento angustiante da nossa miséria arranca-nos às satisfações de uma hora para nos fazer desejar a plenitude divina. “Aquele que beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede, mas a água que eu lhe der virá a ser nele uma nascente de água a jorrar para a vida eterna” 

25 de setembro de 2011

Contemplações Evangélicas

Fonte
Os Pródromos do Calvário
Contemplações Evangélicas
doutrinais e morais sobre a paixão
de Nosso Senhor Jesus Cristo - Tomo I
Pe. Júlio Maria de Lombaerde, S.D.N.
Livro de 1934 - 565 págs


Clique aqui para ver o
publicado anteriormente no blog


(Nota do blog: Infelizmente o P. Julio Maria de Lombaerde faleceu antes de concluir todos os volumes das "Contemplações Evangélicas" que pretendia)


Carta de sua excia. Revma. D. Carloto da Silva Távora – 
Preclaro Bispo de Caratinga

            Meu caro padre Júlio Maria

24 de setembro de 2011

Coleção "Vozes em Defesa da Fé" - Caderno 33

História de uma Instituição Controvertida
Pe. José Bernard, SJ.
Vozes em Defesa da Fé - Caderno 33
Transcrição do livro de 1959 - 32 págs


INTRODUÇÃO

Uma das acusações que sem cessar se levantam contra a Igreja Católica é a de ter terrorizado os povos cristãos pela "sinistra instituição da Inquisição". As incriminações proliferam em meio de uma ignorância histérica quase completa. Sem conhecimento de causa fala-se de inocentes perseguidos, prisões, torturas, fogueiras... Só a palavra Inquisição incute misterioso terror.
Nos nossos estudos sobre Galileu Galilei, condenado pela inquisição Romana, sentimos a necessidade de aprofundar e esclarecer os conhecimentos sobre o órgão jurídico que tomou em mão o caso do célebre pisano (Ver: Galileu Galilei à luz da História e da Astronomia. Editora Vozes).
Muitas vezes até é ignorado o fato de ter sido a Inquisição um tribunal, e é este o caráter que lhe dá a grande impopularidade. Qualquer tribunal de justiça é odiado pelos criminosos, receando pelos cidadãos honrados que se sentem difamados quando citados pelo juiz; finalmente, por falsos sentimentos humanitários, são difamadas as sentenças judiciárias como desumanas, esquecendo-se que qualquer sanção das leis deve ser dura, para intimidar os malfeitores e proteger os inocentes, e as sanções que os nossos antepassados julgavam necessárias eram realmente duras e hoje incompreensíveis. Foram estas as razões que geraram contra a Inquisição a atmosfera de ressentimento e repulsão, fomentada por propaganda malévola e favorecida pela incompreensão das suas finalidades e efeitos salutares.
A aversão contra o espetro sinistro do tribunal da fé é tão geral, que os próprios católicos, fiéis à sua Igreja, dela participam, influenciados por uma constante propaganda maliciosamente tendenciosa. Muitos confundem a imutabilidade do dogma católico com a disciplina eclesiástica. Considerando a Igreja como imutável, afirmam estar ela ainda hoje nas mesmas disposições como em séculos passados, e pronta para perseguir os dissidentes com torturas e fogueiras. Tais acusadores não sabem distinguir o essencial do acidental. Sabemos que o islamismo, fiel às doutrinas de Maomé, considera da sua essência submeter todo o mundo a ferro e fogo. Ainda recentemente os ulemás do Paquistão se opuseram a uma constituição favorável a adeptos de outras religiões, declarando que o mundo islâmico continua ainda hoje em pé de guerra com todos os infiéis. A propagação da Igreja Católica é também uma característica essencial e imutável, mas processa-se por meios persuasivos. A sua defesa contra os hereges, e em particular a modalidade desta defesa incorporada na Inquisição, é um ato disciplinar e acidental, sujeito a variações e ab-rogações. Na sua disciplina a Igreja se adapta às circunstâncias do lugar e do tempo. Ninguém pensa mais em restaurar a Inquisição e menos ainda seus métodos. Estes pertencem definitivamente ao passado.
Não é fácil remediar a ignorância que reina sobre este assunto de dificílima explicação. Raros são os autores católicos que ousam abordá-lo, desesperando desde o início de poder introduzir o leitor num mundo completamente alheio ao nosso, incompreendido até por muitos historiadores. "Para compreender a Inquisição, é preciso formar-se uma alma ancestral" (Dictionnaire de Théologie Catholique).
As linhas que seguem não pretendem dar um conspecto histórico completo, mas só auxiliar, na medida do possível, a compreensão daquele fenômeno histórico. A disposição da matéria obedece a este intuito. Algumas repetições foram inevitáveis. Começamos com algumas explicações e ponderações preliminares.
Cumprimos ainda com o grato dever de agradecer ao Pe. Dr. Frederico Laufer, S. J., Professor da História Eclesiástica, a valiosa colaboração e orientação.



__________
OBS.: Agradeço ao leitor Ricardo pelo envio deste arquivo. Que Nossa Senhora  lhe recompense a generosidade de transcrever este livro para que muitas almas tivessem acesso!

23 de setembro de 2011

23 de Setembro - Santo Padre Pio de Pietrelcina


Clique no título e ouça o áudio original, em Italiano, e acompanhe abaixo a tradução em Português

Fonte
“Que Jesus e Maria sejam sempre louvados!
Jesus nos disse no Evangelho que o prêmio é destinado não a quem começa bem, nem a quem continua no caminho do bem por um certo tempo, mas a quem persevera até o fim.
Portanto, quem começou, procure perseverar sempre melhor. Quem está prosseguindo, procure chegar até o fim. E, quem desgraçadamente não começou ainda, ponha-se no caminho correto.
Esforcemo-nos todos em perseverar.
Sei que é uma tarefa bastante difícil. Porém, com o exemplo dos santos e com o auxílio da Virgem Santíssima, a graça de Deus, que está sempre pronta para quem a procura, nunca nos faltará.Por isso, revistamo-nos de constância, de paciência e de perseverança.
E, então, se verificará em nós aquilo que o próprio Jesus nos disse no Evangelho: “Aquele que persevera até o fim, esse se salvará!”
Desejo a todos uma boa noite, cheia de graças e de bênçãos.
E uma benção muito especial não somente a vocês, mas a todos aqueles que estão nos seus corações; especialmente às suas famílias e as pessoas a quem vocês querem bem.
Mas, de modo especial, uma benção aos pobres doentes e aos sofredores.
Que o Senhor infunda neles coragem e perseverança, e lhes dê saúde.
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Que Jesus e Maria sejam sempre louvados!”


Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

O que é ser um Benfeitor do Blog?

O que é ser um Benfeitor do Blog?
Clique na Imagem

Agradeço aos amigos virtuais pelo selo

Agradeço aos amigos virtuais pelo selo