30 de junho de 2011

A Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo

Padre Luís Perroy, S.J
Livro de 1939

Fonte da Transcrição
 "Para a humanidade remida a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo não tem apenas o interesse de um fato histórico para sempre desaparecido no passado irrevogável; é uma realidade sublime que continua a palpitar na vida espiritual das almas.
  O Sacrifício do Gólgota é o grande ato religioso que, em nome da humanidade prevaricadora, ofereceu o Salvador à majestade infinita de Deus. Só pela Cruz podem elevar-se, aceitas, até o Seu trono as homenagens do nosso amor e da nossa gratidão, os nossos arrependimentos e as nossas súplicas; só pela Cruz descem até nós, com o perdão da Sua misericórdia, todos os benefícios da Sua bondade.
  Nesta permuta entre a plenitude divina e a indigência criada resume-se toda a nossa vida religiosa, de que o Calvário é o centro necessário. As nossas almas hoje vivem tanto daquele Sangue Divino que ainda continua a oferecer-se nos nossos altares, quanto as de João ou Madalena que, com os seus olhos, O viram correr das Chagas benditas do Redentor. 
  É por isso que sobre a simples meditação do sofrimento de Cristo se projeta algo da eficácia intrínseca do Seu Sangue redentor. À claridade da Cruz ilumina-se o grande problema da dor, trama necessária de que se entretece toda a existência humana. O sofrer tem um significado e as lágrimas um valor inestimável. Bem-aventurados os que choram, porque a dor eleva, purifica, expia, associa-nos numa comunhão inefável à missão redentora de Jesus. E quando a inteligência, iluminada pela graça, penetra estas razões superiores do sofrimento, o coração sofre com mais dignidade, com mais resignação, com mais amor.
  Entre os autores recentes que escreveram sobre este assunto inesgotável, poucos o fizeram com tanta felicidade como o Padre Louis Perroy. Conhecimento visual dos lugares santos em que se desenrolaram as grandes cenas da Paixão, familiaridade com as fontes e documentos que permitem uma reconstrução histórica exata, experiência profunda do coração humano concorrem harmoniosamente para dar ao seu livro um interesse raro. Nestas páginas em que a simplicidade do Evangelho, a fineza da psicologia, a unção da piedade tão espontaneamente se completam, inúmeras almas, nas suas agonias interiores, encontraram luz, força e consolo.
  Numa terra devastada pelo pecado todo homem deverá subir o seu Calvário. Subi-lo com o Cristo e à imitação do Cristo é a única via de redenção eficaz."

28 de junho de 2011

Um resumo do livro de Dubois

pelo Pe. Antônio D'Almeida Moraes Jr.
Livro de 1943


   "Este livro nasceu de uma necessidade que eu mesmo sentia: a de um pequenino volume que me desse, em qualquer  momento, uma palavra evocativa da minha missão sacerdotal e dos meus ideais sagrados de ministro de Deus.
  A dificuldade de encontrar um volume pequenino, simples, cômodo, facilmente portátil, em que pudesse encontrar, ao menos em substância, o que os grandes livros encerram, obrigou-me a procurar um meio de resumir em poucas páginas uma grande obra.
  Lembrei-me desse livro admirável, escrito com encantador espírito de fé, iluminado por um grande senso da vida sobrenatural, sobretudo aquecido pelas chamas de uma caridade fraternal e impulsionado por esse zelo que emociona as nossas almas até as lágrimas: "O Padre Santificado", de autoria do Padre Dubois.
  É um livro maravilhoso para o sacerdote, um despertador das energias sacerdotais que, por qualquer motivo, possam estar adormecidas no fundo do coração ou no recôndito da nossa alma.
  Tudo isso faz de "O Padre Santificado" de Dubois uma jóia preciosa para a nossa leitura espiritual e até para a possa meditação. Era fácil transformar em um livrinho cômodo, que pudéssemos levar no bolso, nas nossas viagens dificieis ou sem comodidade e conforto. E tê-lo assim, a cada momento, em vez do livro volumoso e difícil de levar nas nossas peregrinações de ministério.
  Foi o que fiz. Nos momentos roubados ao sono, depois do trabalho diário de uma paróquia grande e trabalhosa, organizei esse trabalhinho. Não tenho pretensão alguma. Apenas a vontade de prestar um auxílio aos meus queridos e operosos colegas no sacerdócio."
(Pe. Antônio D'Almeida Moraes Jr.)

Fonte
  "Para demonstrar a necessidade da santidade para o Padre, basta um estudo profundo das cartas do apóstolo São Paulo a Timóteo e a Tito.
  Por estas leituras todo Padre, convictamente, poderá dizer: Visto que sou Padre devo ser um Padre santo."

Edições Salesianas

em Seus Escritos


- O sonho dos 9 anos
- O Sistema Preventivo na Educacão dos Jovens
- Carta de Dom Bosco sobre o estado do Oratório (Carta de Roma)
- Circular sobre os Castigos

  "Dir-se-á que este sistema é difícil na prática. Observo que da parte dos alunos torna-se bem mais fácil, agradável e vantajoso. Para o educador encerra alguma dificuldade que, porém, diminuirá se ele se entregar com zelo à sua missão.
  O educador é um indivíduo consagrado ao bem de seus alunos: por isso, deve estar pronto a enfrentar qualquer incômodo e canseira para conseguir o fim que tem em vista: a formação cívica, moral e científica de seus alunos."
(São João Bosco)

27 de junho de 2011

Seja qual for a sua vocação

P. F. Maucourant
Livro de 1959

Fonte
"Este livro foi composto, muito especialmente, para as almas religiosas. Parece-nos todavia que ele pode ser lido e meditado, com proveito, por toda a alma desejosa de viver em toda a delicadeza, seja qual for a vocação que a Providência lhe tenha feito sentir.

Empenhamo-nos, com um cuidado escrupuloso, em banir toda a idéia, toda a imagem, toda a expressão que fosse, em semelhante assunto, de natureza a perturbar, mesmo superficialmente, as almas mais facilmente impressionáveis; julgamos ter escrito castamente sobre a castidade.

- Será particularmente útil para esclarecer e confirmar as vocações nascentes."

26 de junho de 2011

A Padroeira do Brasil

Fred Jorge
Livro de 1954

  
  "A história de Nossa Senhora Aparecida é venerada por todos os bons brasileiros, e sob seu amplo manto azul se abrigam todos aqueles que buscam fé e esperança.
  O Estado de São Paulo, progressista e vigoroso, foi o local escolhido pela providência Divina para ser guarita eterna da Santa que lança sua luz sobre o Brasil.
 O município foi o de Guaratinguetá, onde as colinas ondulantes parecem deitar-se preguiçosamente sob o sol tropical.
  Cortando essa região, o rio Paraíba desliza suavemente. Essa região era habitada por algumas famílias que viviam sobretudo da lavoura, e algumas da pesca.
  Uma região próspera e cheia de paz. Evidentemente, não haviam grandes cidades nem grandes vilas, quando os fatos começaram a se suceder. Existiam apenas algumas casinhas modestas, de pequenos lavradores que viviam do que colhiam da terra pródiga e fértil. Ou então, pescadores que viviam do que conseguiam nas águas piscosas do rio Paraíba.
  Foi nesse lugar naturalmente belo, de vegetação ridente e abundante, que a Mão da Providência Divina caiu." 

 Leitura agradável e de fácil compreensão para as crianças. Possui ilustrações.

Pintura do Milagre das Velas

25 de junho de 2011

El Joven Observador

Ao efetuar cualquier descarga,
Ajude este Apostolado contribuindo com cualquier valor,
NUESTRA SEÑORA te bendiga!

El Joven Observador
Mons. Tihamér Tóth
Libro de 1963


 La Araña Insensata.

Espléndida mañana de septiembre.
Todo el prado, brillante por el rocío.
Cruzado el aire por hilos de telaraña.

Para pintar, recortar e montar.

24 de junho de 2011

Sereis o que a Deus aprouver

J. Nysten
Livro de 1925


   O futuro vos inquieta e ó natural; vai nisso a vossa felicidade temporal e eterna. Tendes diante de vós três  caminhos: o casamento, o celibato no mundo ou o claustro. Trata-se aqui de escolher e escolher bem e não deveis arriscar-vos por nenhum deles, sem madura reflexão. Já pensastes nisso, ja refletistes, examinastes e não atinais a vos decidir.
  «Se ao menos uma voz do céu me dissesse: casa-te ou vai para o convento ou fica onde estás.»
  Sossegai, minha filha; sereis o que a Deus aprouver. E enquanto Deus não se manifestar, enquanto não chegar a hora decisiva, eu vos direi o que haveis de fazer.

1-  Orai - O momento mais propicio é o da Santa Missa e da Sagrada Comunhão. Aproveitai esses momentos, para oferecer a Deus a vossa vida.

2-   Escolhei um bom guia ou diretor espiritual e exponha-lhe, com ingênua sinceridade também, as vossas  aspirações, as vossas duvidas e temores, as vossas inclinações e perplexidades..

3-     Não vos deixeis influenciar demasiado por pessoas estranhas à vossa consciência, mais interesseiras do que pensais, quer essas influências provenham de uma mãe, quer de uma amiga casada ou religiosa. Sede senhora de vós mesma e não tomeis nunca uma resolução definitiva só para ser agradável a outros.

4-     Refleti seriamente e, para que o possais fazer com pleno conhecimento de causa, lede algum bom livro que vos instrua convenientemente sobre os três estados a que pode aspirar uma moça.

5-     Esperai com paciência e sofrei resignada, em silencio. Não confieis as vossas maguas senão a Nosso Senhor, à Santíssima Virgem e ao vosso diretor espiritual. A vossa cruz é pesada e não me admira que, por vezes, chegue a vos arrancar lágrimas. Carregai-a com resignação, fazendo a vontade de Deus, para merecerdes a graça de seguir  generosamente a Nosso Senhor Jesus Cristo.


  Sim, se é a vontade de Deus que vos santifiqueis, que vos salveis desse modo, dizei de todo o coração: Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra. Umas conquistam o Céu trabalhando, outras gemendo enfermas, no fundo de uma cama, outras como esposas e mães dedicadas, e ainda outras como religiosas, em um convento; vós, minha filha, santificai-vos esperando com paciência e repetindo muitas vezes: "Senhor, não se faça a minha vontade, mas a Vossa."

Fonte

23 de junho de 2011

A armadura invencível dos Cristãos

Monsenhor Gaume
Livro de 1950

Fonte
  “Feito o Sinal da Cruz, verá como por virtude dele fogem os demônios, calam-se os oráculos e se tornam impotentes todos os encantos e malefícios.
  O Sinal da Cruz é a armadura invencível dos Cristãos. Esta armadura que te não falte ó Soldado de Cristo, nem de dia nem de noite, nem um só instante, seja qual for o lugar em que te aches. Quer durmas, quer vigies, quer trabalhe, quer comas, quer bebas, quer navegues, quer atravesses rios, sempre andarás revestidos desta couraça. Orna e protege teus membros com este Sinal vencedor e nada te poderá fazer mal. Contra as setas do inimigo, não há escudo mais poderoso. A vista deste Sinal, trêmulas e aterradas fugirão as potências infernais.”                
           

22 de junho de 2011

Sermões e Conferências - Monsenhor Tihamer Tóth - Reformatado

Monsenhor Tihamer Tóth
Sermões e Conferências
Livro de 1959 - 231 págs

Fonte
  Monsenhor Tóth, o vigoroso pregador, prematuramente desaparecido, realizou uma série de  luminosas conferencias sobre esse assunto de tão vivo interesse, e que, em nossos dias, assume quase o aspecto trágico de apostasias individuais e de suicídios nacionais. Através de  emocionantes capítulos, ele demonstra, com o brilhantismo que todos lhe conhecem, quanto as leis divinas se harmonizam perfeitamente com os anelos nobres da natureza humana, de tal  sorte que observá-las é obter a salvação eterna e a felicidade terrena, ao passo que a elas  desobedecer é abrir ante os próprios passos a eterna desgraça não só, mas ainda uma vida  torturada de sofrimentos.

  "Que  floresça e prospere de novo nos matrimônios cristãos a fecundidade consagrada a Deus, a  fidelidade sem mancha, a firmeza inabalável, santidade do sacramento e a plenitude de todas  as graças do céu"!

Segue os temas das conferências:

I - Importância da família
II- O casamento antes de Cristo
III- O Matrimônio depois de Cristo
IV- Preparação para o Matrimônio
V- Qualidades de um bom casamento
VI- Impedimentos matrimoniais
VII- Casamento monógamo
VIII- A "Reforma" do casamento
IX- Indissolubilidade do casamento (I)
X- Indissolubilidade do casamento (II)
XI- O Divórcio
XII- O casamento feliz
XIII- Casal sem filhos (I)
XIV- Casal sem filhos (II)
XV- Família numerosa (I)
XVI- Família numerosa (II)
XVII- O casamento cristão

Confessa-te com frequência

P. Fr. Frutuoso Hockenmaier
Livro de 1949
Ilustrações do Catecismo de 1910


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Fonte




















  
















  
  
  No sacramento da Penitência, além do perdão, recebem-se ainda outras graças.
  O pecado grave despoja a alma de todos os méritos adquiridos antes, quando em  estado de graça.
  Com a Confissão todos outra vez revivem e outra vez ganham valor para o  céu. Depois, perdoados aue fomos na Confissão, podemos desde logo ir aumentando os nossos  méritos, porque todo o bem que fizermos por amor de Deus em estado de graça, será  liberalmente retribuído no Céu. Um ato de amor de Deus que façamos, obra de misericórdia  que pratiquemos, tudo nos será de mérito e nos será pago um dia com novos graus de glória  eterna.

  «Onde mora o pecado não pode haver alegria nem felicidade verdadeira. Nem há a grandeza de  um principado, diz S. João Crisóstomo, nem a estonteante formosura, nem a glória do poder,  nem o prazer dos bailes, nem o fausto no vestir, nem qualquer outra coisa da terra pode dar ao  homem a paz e a alegria verdadeira». Alegria verdadeira só a boa consciência a pode dar. Quem traz limpa a consciência, ande muito embora vestido de farrapos e atormentado de  fome, mesmo assim é bem mais feliz e goza de mais paz do que quem vive rodeado de todos os  confortos imagináveis, mas traz a alma roída de remorsos.

  A confissão é o meio mais simples e seguro de nos reconciliarmos com Deus, e é também o  meio mais eficaz de apagar da alma os pecados tanto graves como leves.

  Confessa-te com frequência, e será teu o proveito. Se ainda te arrastas a custo nos caminhos  da virtude, a confissão frequente dar-te há forças e coragem, e ajudar-te há a evitar o pecado  mortal. Se já trazes certa a tua vida pelo caminho do bem, com a confissão mais crescerás em  graça e em virtude.


21 de junho de 2011

A luta contra o poder das trevas

Gustavo Antônio Solímeo - Luiz Sérgio Solímeo



 Os anjos e os demônios não são um fruto da fantasia do homem, nem mera expressão de suas  esperanças e temores. Eles existem, são seres reais, dotados de uma natureza puramente  espiritual, muito mais perfeita do que a nossa, de uma inteligência agudíssima e uma vontade possante.
  Eles intervêm continuamente em nossa vida; os santos anjos, por meio das boas inspirações  que nos sugerem; os demônios, pelas tentações a que nos submetem.
 Quais são os poderes reais dos anjos e dos demônios?
 Como devemos nos portar diante da ação angélica e como reagir em face da atividade  diabólica?
 Mais especificamente, como resistir às tentações do demônio, à sua ação extraodinária, às  infestações e à possessão?
 O que pensar da feitiçaria, dos sabás e das missas negras? Existem ainda hoje bruxos e feiticeiras? O espiritismo e a macumba têm alguma influência diabólica? Existe alguma relação entre "Rock in Roll" e satanismo?
 Para responder a estas perguntas, os autores de Anjos e demônios — A luta contra o poder  das trevas consultaram um sem-número de obras especializadas, recolhendo o ensinamento de uma centena de teólogos, moralistas e canonistas católicos; percorreram ainda as páginas de numerosos jornais e revistas, tanto nacionais como estrangeiros.
 Eles apresentam aqui, numa linguagem acessível, o resultado de sua pesquisa, colocando nas  mãos do leitor, não-especializado, um trabalho denso de conteúdo bíblico e teológico e ao  mesmo tempo de leitura amena e atraente.

20 de junho de 2011

Conferência Espiritual

Pe. Frederick William Faber
Livro de 1935 - 72 págs

Fonte
   Sem dúvida, o homem é fraquíssimo, [...] o calor e o frio, a seca e a chuva senhoream-no, É mais fraco que o elefante e o mau vento basta para pôl-o em talas, [...] mas tem, sobretudo, um poder a que não se presta bastante atenção, e de que nos vamos agora ocupar: é o poder de espalhar o bem no mundo, ou pelo menos de diminuir bastante a massa de sofrimento, para tornar este mundo bem diferente do que é. Esse poder chama-se a Bondade.

19 de junho de 2011

A educação das crianças - Reformatado

Pe. Gaston Courtois
Livro de 1964 - 189 págs


  Este livro constitui um primoroso trabalho sobre a educação da criança, sendo, ao mesmo tempo, indiretamente, um manancial de reflexões úteis aos pais, a todos os que pretendam constituir família e até aos educadores.

  O seu autor avisa com finura que não se trata de manual de ciência exata, de código civil ou de receitas de cozinha.

Qualquer quantia tem grande valor

http://alexandriacatolica.blogspot.com.br/2015/12/qualquer-quantia-tem-grande-valor.html

O SANTO DE AUSCHWITZ

Assim dizia São Maximiliano Kolbe:

"De muito boa vontade oferecemos leituras gratuitas a todos aqueles que não possam oferecer nada para esta obra, mesmo privando-se um pouco."

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